Fraudes em criptomoedas: Saiba como prevenir

fraudes em criptomoedas

O mundo sempre viveu transformações ao longo dos séculos. Seja no comportamento das sociedades, no tipo de alimentação das pessoas ou na forma de disseminar a informação. Em décadas recentes, situações antes vistas somente nos cinemas ou em livros de ficção científica, se tornaram parte do cotidiano das pessoas. 

Surfando na onda do mundo digital e das modernidades tecnológicas, os mercados financeiro e de bens de consumo também sofreram atualizações significativas. Novas formas de negociar produtos e serviços foram criadas e diferentes opções nos métodos de pagamentos e de investimentos ficaram disponíveis.

Mas junto com a evolução e facilidades do mundo digital, surgem também golpistas especializados em fraudes virtuais. Um dos novos alvos visados são as negociações em criptomoedas. 

Neste blog post, você vai saber quais os riscos e como evitar uma possível fraudes em criptomoedas para preservar seus investimentos.

Tenha uma ótima leitura! 

Muitas mudanças, dinheiro e pouco cuidado

Por volta do século 16 a.C., o “búzios” era a moeda usada para negociar mercadorias. Muito tempo depois, o dinheiro de papel passou a ser utilizado na China e regulamentado pela autoridade central local. Quando esse mesmo sistema chegou na Inglaterra, um novo conceito foi estabelecido na sociedade: a confiança. 

Emitido pelos governos, a população sabia que aquele pedaço de papel tinha valor e transmitia a sensação de credibilidade. Séculos depois surgem as moedas virtuais. 

Criadas e armazenadas eletronicamente em sistemas descentralizados, já são mais de cinco mil tipos de criptomoedas em uso no mercado com diferentes funções e tecnologias. Elas estão cada vez mais consolidadas na sociedade e remetem ao conceito de avanço tecnológico. 

Transformações tecnológicas recentes agradaram empresas, consumidores e investidores. Atualmente, é possível negociar praticamente tudo pela internet. E o aumento de investimentos em criptomoedas e fortalecimento do e-commerce são sinais de que o próprio comportamento das pessoas mudou. 

A maior presença digital das empresas, a praticidade das negociações virtuais e a busca pela independência financeira, fizeram consumidores e investidores acreditarem nas negociações online

Com a variedade de opções e possibilidades de comprar, pagar e investir virtualmente, não foram apenas empresas, clientes e investidores que entraram nesse universo. Infelizmente, há espaço para os fraudadores. 

O número de mineradores maliciosos cresceu 343% apenas entre os meses de fevereiro e março de 2021. Especialistas da Kaspersky detectaram 23 mil novas versões de ameaças que possibilitam fraudes em criptomoedas.

A grande valorização de criptomoedas como bitcoin e dogecoin atraíram investidores e também criminosos que praticam lavagem de dinheiro e roubos de carteiras virtuais.

O mundo das criptomoedas é o novo Velho Oeste?

O Brasil movimentou R$ 49,2 bilhões em Bitcoin nos primeiros meses de 2021. A cada ano, mais empresas investem nesse mercado trilionário e começam a aceitar criptomoedas como forma de pagamento. No Brasil, a tendência virou realidade e atualmente o país ocupa a 11° posição em investidores do modelo blockchain.

Apesar do crescimento acentuado, algumas dúvidas ainda pairam no ar principalmente em relação à segurança dos investimentos. Suscetível a golpes para o investidor, o mercado ainda necessita de uma fiscalização mais rígida. Recentemente Gary Gensler, presidente da Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA), disse que o mercado de criptomoedas era uma espécie de Velho Oeste. 

Pela mesma razão que atrai tantos investidores, o mercado financeiro atrai fraudadores que se aproveitam do alto volume financeiro e também da pouca regulamentação e fiscalização do mercado por parte dos governos. Esse cenário abre portas para golpes, em especial com as moedas virtuais. 

Uma pesquisa feita entre o Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (Cecop) junto com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revelou que 43% dos golpes financeiros estão relacionados às criptomoedas

Por ser um mercado ainda recente e pouco regulamentado, é importante que você tenha o suporte antifraude especializado para estar protegido de ataques criminosos. Além disso, vale conhecer os golpes mais frequentes. Veja na tabela abaixo alguns dos exemplos mais comuns de fraudes em criptomoedas que necessitam de atenção:

  • Promessa de ganhos rápidos
  • Ofertas pelas redes sociais
  • Pirâmides financeiras
  • Robôs de investimentos
  • Criptoativos inovadores
  • Corretoras falsas
  • Aplicativos falsos

Fraudes em criptomoedas: o que está acontecendo agora

A variedade de fraudes é grande. Algumas, no entanto, estão sendo as preferidas pelos golpistas atualmente. Confira abaixo. 

1- Phishing: quanto mais popular as criptomoedas forem em um país, maior é o número de casos com fraudes em phishing. Sites falsos atraem suas vítimas fingindo ser carteiras de custódia reais capturando as credenciais de login do usuário. É o tradicional roubo de dados. 

2- Golpe no Tinder: sim, até mesmo a rede social de encontros entrou na mira das fraudes em criptomoedas. Lançado recentemente, o Tinder do Bitcoin virou um paraíso para golpistas. São usados perfis falsos se passando por alguém bem sucedido que vai ensinar dicas de como ganhar dinheiro com criptomoedas. Os chatbots enviam mensagens “carinhosas” e também links maliciosos que roubam dados e o dinheiro das pessoas. 

Outros chatbots se passam por mulheres asiáticas que ganham a confiança das vítimas migrando as conversas para o Whatsapp. Posteriormente, a conversa entra na área de investimentos e os golpistas mentem que tem um parente que ficou rico investindo em criptomoedas. Quando a vítima transfere os fundos, o número de telefone é desativado e o namoro acaba.

3- Os famosos: usar um rosto conhecido do grande público geralmente atrai multidões. Pois esse foi o caso com uso indevido da imagem do presidente da Tesla, Elon Musk. Foram divulgadas falsas promessas de que o bilionário daria US$100 milhões para empresas que desenvolvem tecnologias para remover carbono direto do ar e rentabilidade alta em criptomoedas. 

Muitas pessoas investiram Bitcoin, Ethereum e Dogecoin e entraram em fraudes em criptomoedas que gerou prejuízos de pelo menos US$ 2 milhões. 

O que você precisa fazer para fugir de golpes e fraudes 

Estar no meio digital passou a ser questão de sobrevivência para todo tipo de negócio. Mas é preciso também lançar mão de meios de manter a segurança dessas transações. Veja que até as criptomoedas já são alvos de crimes digitais. 

Por isso é importante que sua empresa conte com um suporte técnico adequado às suas necessidades. A B2e Group se preocupa com a segurança do seu negócio e oferece todos os serviços que você precisa para evitar as fraudes. Além do suporte de profissionais treinados e disponíveis 24 horas por dia e 7 dias por semana, você tem ao seu alcance um sistema que integra plataformas e meios de pagamentos atendendo seu e-commerce

Grandes empresas como CVC, Azul Linhas Aéreas, Submarino Viagens e Smiles são nossas parceiras e utilizam a tecnologia de prevenção à fraude. Assim, elas agilizam os processos e tornam a experiência dos seus clientes agradável. Converse com nossos especialistas e proteja suas vendas das fraudes.

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